Trabalhadores das áreas de eventos e entretenimento protestaram na tarde desta segunda-feira (05), pedindo a flexibilização do setor. O grupo se reuniu na Praça da Liberdade, na Região Centro-Sul de BH, e foi até a sede da prefeitura, no Centro da capital.
Segundo os organizadores cerca de 300 profissionais, entre produtores de eventos, técnicos e artistas participaram da caminhada. “Nós só queremos o retorno gradual do nosso setor e uma previsão para que possamos voltar a trabalhar. Nosso setor está agonizando e estamos clamando por socorro ao poder público, para que nos ouça, para que perceba que milhares de famílias tiveram as suas rendas zeradas”, disse Rodrigo Marques, presidente da Associação Mineira de Eventos e Entretenimento (AMEE).
Para Karla Delfim, diretora da Associação Brasileira de Eventos (Abrafesta) e vice-presidente do Sindicato das Empresas de Promoção, Organização e Montagem de Feiras, Congressos e Eventos de Minas Gerais (Sindiprom-MG) a principal reivindicação do setor junto à PBH foi o retorno das atividades “de forma consciente”. “Não queremos voltar sem medidas sanitárias, mas já passou da hora de voltarmos. O poder público precisa olhar também para os seres humanos que precisam comer, sustentar famílias, pagar aluguel, luz, gás, escola para os filhos”, contou Karla Delfim, diretora da Abrafesta e vice-presidente do Sindiprom-MG
Prefeitura avalia flexibilização do setor
Em nota, a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) informou que representantes do setor de eventos – assim como as demais atividades ainda não autorizadas a funcionar – estão “em constante diálogo com a prefeitura na busca pela construção de alternativas e de soluções para minimizar os impactos da pandemia e para uma eventual retomada”.
PBH ainda explicou que a partir “desse trabalho conjunto, foram elaborados, até o momento, propostas para protocolos de funcionamento de teatros e casas de espetáculo, exposições, congressos e seminários”.
Fonte: Globo Minas.


















