A Academia Brasileira de Neurologia divulgou nesta segunda-feira (23) uma nota pública reforçando que não há evidências científicas suficientes que comprovem a eficácia da polilaminina no tratamento de lesões medulares.
Segundo a entidade, até o momento, não existem estudos robustos, ensaios clínicos amplos ou revisões por pares que sustentem a utilização da substância como terapia comprovada para pacientes com lesão na medula espinhal. A academia destacou que qualquer abordagem terapêutica deve ser respaldada por pesquisas controladas e metodologia científica rigorosa antes de impactar condutas clínicas.
A reportagem original foi publicada pelo Notícias ao Minuto Brasil e cita a necessidade de maior aprofundamento científico sobre o tema. Especialistas reforçam que a divulgação de resultados preliminares sem validação adequada pode gerar expectativas indevidas entre pacientes e familiares.
A ABN ressaltou ainda a importância de que novos tratamentos passem por todas as etapas regulatórias e científicas necessárias para garantir segurança e eficácia.
Fonte: Notícias ao Minuto Brasil.
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