Sintoma discreto pode ser alerta de câncer no fígado; entenda

Por Dentro De Tudo:

Compartilhe

Alguns tipos de câncer podem evoluir de forma silenciosa, com sinais que passam despercebidos ou são confundidos com problemas comuns. No caso do câncer de fígado, existem manifestações que podem passar despercebidas no início, exigindo atenção a mudanças no corpo e aos sinais que surgem com o tempo. Entenda quais são esses indícios e como investigar quando há suspeita.

Atenção especial deve ser dada a sintomas persistentes como cansaço excessivo, dor na região do quadrante superior direito do abdômen, inchaço, pele ou mucosas com tonalidade amarelada, piora do estado de saúde geral e alterações no aspecto das fezes ou da urina. Embora esses sinais possam estar relacionados a condições menos graves, como hepatites ou distúrbios digestivos, sua persistência deve motivar avaliação médica para investigação adequada.

O diagnóstico precoce é importante porque o câncer de fígado muitas vezes pode evoluir sem causar sintomas perceptíveis nos estágios iniciais. Profissionais de saúde podem indicar exames como ultrassonografia, tomografia computadorizada, ressonância magnética e testes de função hepática para confirmar ou afastar a hipótese de malignidade. Em alguns casos, a avaliação envolve biópsia para confirmação do diagnóstico.

Entre os fatores de risco estão doenças hepáticas crônicas, consumo excessivo de álcool, infecção por hepatite B ou C, obesidade, diabetes e histórico familiar de câncer de fígado. Medidas preventivas incluem manter um peso saudável, evitar o consumo excessivo de álcool, vacinar-se contra hepatite B, realizar exames regulares conforme orientação médica e gerenciar condições como hepatite e cirrose com acompanhamento médico adequado.

Caso haja diagnóstico de câncer de fígado, o tratamento pode envolver cirurgia, remoção parcial do fígado, ablação, quimioterapia, radioterapia ou terapias-alvo, dependendo do estágio da doença e da condição geral do paciente. O acompanhamento médico é essencial para monitorar a resposta ao tratamento e detectar qualquer recidiva.

Fonte: Notícias ao Minuto Brasil. Crédito da foto: arquivo institucional. Leia mais no portal do Notícias ao Minuto Brasil. {“https://ift.tt/2VRyfm1”}.

Nota: este texto é uma reescrita da matéria original citando apenas informações gerais sobre o tema. A publicação original pode ser consultada no portal Notícias ao Minuto Brasil.

Encontre uma reportagem