Publicado em quarta-feira, 25 de março de 2026, o alerta sobre o subdiagnóstico de infarto em mulheres reforça um desafio persistente na área da saúde: reconhecer sintomas que nem sempre seguem o padrão clássico observado em homens.
O caso de uma mulher de 63 anos, que buscou atendimento após um episódio de forte impacto emocional no trabalho, evidencia a dificuldade no reconhecimento precoce da condição. Situações como essa ilustram um problema mais amplo, em que sinais atípicos acabam sendo subestimados, atrasando o diagnóstico e o início do tratamento adequado.
Especialistas apontam que, nas mulheres, o infarto pode se manifestar de forma diferente, incluindo sintomas como fadiga intensa, falta de ar, náuseas, dor nas costas, no pescoço ou na mandíbula, além de desconforto no peito menos evidente. Essas variações contribuem para diagnósticos tardios e, consequentemente, maior risco de complicações.
Outro fator relevante é a menor percepção de risco, tanto por parte das pacientes quanto dos próprios serviços de saúde. Isso pode levar à subvalorização dos sintomas e à demora na busca por atendimento médico.
Diante desse cenário, profissionais de saúde reforçam a importância de campanhas de conscientização voltadas ao público feminino, além da capacitação das equipes médicas para identificar rapidamente os sinais da doença em diferentes perfis de pacientes.
O reconhecimento precoce do infarto é decisivo para reduzir complicações e salvar vidas. A orientação é que, diante de qualquer sintoma suspeito, a procura por atendimento seja imediata.
Crédito da matéria: @NoticiasAoMinutoBrasil / @Folhapress
Crédito da foto: @Folhapress
INFARTO EM MULHERES É IGNORADO E PREOCUPA MÉDICOS















