Homens ainda procuram menos os serviços de saúde e, como consequência, apresentam maior índice de doenças diagnosticadas em estágios avançados e maior taxa de mortalidade em comparação às mulheres.
Dados de pesquisas nacionais indicam que a diferença começa no comportamento. Enquanto a maioria das mulheres realiza consultas médicas regularmente, a presença masculina nos atendimentos é significativamente menor, o que impacta diretamente na prevenção e no diagnóstico precoce.
Especialistas apontam que fatores culturais e sociais influenciam esse cenário. A ideia de resistência, associada a padrões tradicionais de masculinidade, contribui para que muitos homens evitem buscar ajuda médica, além de adotarem comportamentos de risco.
O resultado desse atraso é o agravamento de doenças que poderiam ser tratadas com mais eficiência se identificadas precocemente. Além disso, a menor adesão a exames preventivos aumenta a incidência de problemas de saúde graves.
Estudos também indicam que homens têm expectativa de vida menor e maior risco de morte por doenças crônicas, além de serem mais vítimas de causas externas, como acidentes e violência.
Especialistas defendem que o cuidado com a saúde deve começar desde a infância, com incentivo ao diálogo e à prevenção, para reduzir os impactos desse comportamento ao longo da vida.
Crédito da matéria: O Tempo
Crédito da foto: ANNA STILLS/ISTOCK
Fonte: @otempo
HOMENS VIVEM MENOS E BUSCAM MENOS SAÚDE



















