Minas Gerais entrou na fase mais crítica das doenças respiratórias em 2026, com aumento expressivo de casos e mortes. O cenário acendeu alerta em diversas cidades e já levou municípios a decretarem situação de emergência em saúde.
Os registros apontam mais de 7,5 mil notificações de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) neste ano, um crescimento superior a 22% em relação ao início do mês. O número de mortes chegou a 350, evidenciando a gravidade do quadro.
O avanço das doenças coincide com a queda das temperaturas, período que favorece a circulação de vírus como Influenza, Covid-19 e o vírus sincicial respiratório. O aumento rápido dos casos tem pressionado o sistema de saúde, principalmente nas grandes cidades.
Oito municípios já decretaram emergência, entre eles Belo Horizonte, Contagem e Ribeirão das Neves. A capital concentra o maior número de casos e óbitos, seguida por cidades da região metropolitana.
Além do crescimento nas notificações, houve aumento significativo nas internações e atendimentos médicos. Na capital, os pedidos de internação subiram mais de 40% nas últimas semanas, enquanto as consultas por sintomas respiratórios praticamente dobraram em março.
O cenário reforça a pressão sobre hospitais e unidades de saúde, que já operam com ampliação de leitos para atender à demanda crescente. O episódio levanta preocupação sobre a capacidade de resposta do sistema diante do pico da doença.
Na sua opinião, as cidades estão preparadas para enfrentar esse aumento de casos respiratórios?
MINAS EM ALERTA POR DOENÇAS RESPIRATÓRIAS
Texto: Redação
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil
Fonte: @hojeemdia


















