Aquela dor atrás dos olhos, a sensação de pressão na cabeça ou até a luz incomodando mais do que o normal podem parecer sintomas comuns. Mas especialistas alertam: nem toda dor de cabeça é igual — e ignorar os sinais pode fazer muita gente conviver anos com crises frequentes sem diagnóstico correto.
Enquanto algumas dores surgem após estresse e cansaço, outras podem vir acompanhadas de náusea, tontura, dificuldade de concentração, flashes luminosos e até alterações na fala.
A cefaleia tensional, considerada a mais comum, costuma provocar sensação de aperto nos dois lados da cabeça e está ligada a fatores como ansiedade, noites mal dormidas e excesso de tempo em telas.
Já a enxaqueca vai muito além da dor. Em muitos casos, o paciente enfrenta hipersensibilidade à luz, sons e cheiros, além de sintomas neurológicos que podem assustar durante as crises.
Neurologistas também fazem um alerta importante sobre o uso excessivo de analgésicos. O remédio que deveria aliviar a dor pode acabar alimentando um ciclo de crises constantes e transformar o problema em algo ainda mais difícil de controlar.
Outro ponto que chama atenção é que algumas dores exigem atendimento imediato, principalmente quando surgem de forma intensa e repentina ou acompanhadas de perda de força, alterações visuais, febre, convulsões ou confusão mental.
Nos últimos anos, novos tratamentos começaram a mudar a realidade de pacientes com enxaqueca, mas especialistas reforçam que sono regular, alimentação equilibrada, hidratação e controle do estresse continuam sendo fundamentais.
A campanha Maio Bordô também busca chamar atenção para o impacto silencioso da enxaqueca na rotina e na saúde mental de milhões de pessoas.
Você costuma investigar suas dores de cabeça ou acaba tratando tudo apenas com analgésicos?
Crédito da foto: Não informado
Fonte: g1.globo.com
DOR DE CABEÇA EXIGE ALERTA

















