Uma condição conhecida como síndrome cardiorrenal-metabólica tem chamado a atenção de especialistas por afetar simultaneamente o coração, os rins e o metabolismo, aumentando o risco de infarto, acidente vascular cerebral (AVC), insuficiência cardíaca e doença renal crônica.
Segundo especialistas, fatores como obesidade, diabetes tipo 2, hipertensão, colesterol alto e excesso de gordura abdominal estão entre os principais responsáveis pelo desenvolvimento da síndrome.
A doença costuma evoluir de forma silenciosa. Entre os sinais de alerta estão pressão alta persistente, glicemia elevada, excesso de peso, alterações no colesterol, redução da função dos rins, presença de proteína na urina, além de sintomas como falta de ar, inchaço nas pernas e cansaço excessivo.
O diagnóstico é feito por meio de exames de sangue e urina, avaliação da pressão arterial, índice de massa corporal (IMC), circunferência abdominal e, quando necessário, exames cardíacos.
O tratamento envolve mudanças no estilo de vida, como alimentação saudável, prática regular de atividade física, controle do peso, abandono do cigarro e redução do consumo de bebidas alcoólicas. Em alguns casos, medicamentos específicos também podem ser indicados para proteger o coração, os rins e auxiliar no controle do diabetes e da obesidade.
Especialistas reforçam que a prevenção passa por hábitos saudáveis e pela realização de check-ups periódicos, principalmente em pessoas com histórico familiar de doenças cardiovasculares, diabetes ou hipertensão.
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Fonte: Itatiaia
SÍNDROME EXIGE ATENÇÃO À SAÚDE











