A diarista de 30 anos indiciada pelo latrocínio de um casal de idosos no bairro São Pedro, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, afirmou à Polícia Civil que ouviu uma voz pedindo “sangue” antes dos assassinatos. Segundo o relato, somente após matar as vítimas ela teria sido “autorizada” a levar os bens do apartamento.
De acordo com o delegado Gustavo Barletta, durante a reconstituição do crime, a investigada alegou que sofreu um surto e disse não se lembrar da dinâmica dos ataques. No entanto, a Polícia Civil informou que não encontrou elementos que comprovem essa versão e considera o relato uma tentativa de afastar a responsabilidade criminal.
As investigações apontam que outras vítimas procuraram a polícia relatando terem sido dopadas pela diarista durante faxinas em Belo Horizonte e Contagem. Segundo o delegado, ela já utilizava esse método para cometer roubos contra clientes.
A Polícia Civil acredita que a intenção inicial era praticar um roubo, mas o crime evoluiu para latrocínio após uma das vítimas reagir. A defesa da investigada pediu à Justiça a realização de um exame de sanidade mental. O pedido ainda aguarda decisão.
Foto: Hoje em Dia.
Fonte: Hoje em Dia.
DIARISTA ALEGA SURTO, MAS POLÍCIA CONSIDERA VERSÃO FANTASIOSA














