Lagoa Santa: mortes de quatro idosos por COVID-19 são confirmadas

Por Dentro De Tudo:

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Quatro mortes por COVID-19 foram confirmadas no boletim epidemiológico de Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte dessa quinta-feira (18/2). De acordo com o boletim, as mortes dos idosos ocorreram em janeiro e estavam aguardando a confirmação da causa por meio de exames laboratoriais. 

São 37 mortes por COVID-19 na cidade, sendo que 20 ocorreram em 2021. Ainda têm outras sete mortes que aguardam o processos de investigação ser concluído que são de dezembro, janeiro e fevereiro. Segundo o boletim, um dos idosos tinha 66 ano e era do sexo masculino. Ele estava internado desde 8 de dezembro, mas só foi diagnosticado com a doença no dia 10 de fevereiro, após a morte, registrada no dia 3 de janeiro. A família se despediu sem a confirmação dos motivos da morte.

Ainda segundo o boletim epidemiológico, os outros três casos confirmados de mortes nessa quinta-feira são de pacientes que tiveram internação em janeiro e diagnósticos da doença também no mesmo mês, após as festividades de final de ano.

A paciente do sexo feminino, de 89 anos, foi internada em Belo Horizonte no dia 14 de janeiro. Teve o diagnóstico para COVID-19 confirmado no dia 4 de janeiro e morreu no dia 19. Os outros dois são do sexo masculino, sendo que um morreu no dia 14 de janeiro e o outro idoso, com 72 anos, no dia 27 de janeiro. De acordo com a Secretaria de Saúde de Lagoa Santa, o processo de investigação dos óbitos envolve diversas etapas, e só é concluído quando o setor de epidemiologia consegue confirmação de todos os dados necessários, acesso aos resultados de exames e prontuários, e principalmente quando recebe a Declaração de Óbito do paciente.

Ainda segundo a Secretaria, o procedimento segue o protocolo de investigação de óbitos do Ministério da Saúde que se inicia com o comunicado do hospital de ocorrência do óbito para a Secretaria de Saúde do município de ocorrência, observando que a maioria das mortes dos pacientes de Lagoa Santa acontece em Belo Horizonte. Depois, a Secretaria Estadual de Saúde é informada e assim o registro vai para o banco de dados e só depois é divulgado no boletim epidemiológico.

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