A onda de calor em diferentes regiões do País pode ter impulsionado o aumento de preços dos aparelhos de ar-condicionado em outubro, avaliou André Almeida, analista do Sistema Nacional de Índice de Preços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
“A seca no Amazonas está afetando a produção de diversas indústrias, pode estar contribuindo para alta de preços do ar-condicionado”, acrescentou Almeida. “A onda de calor também pode estar contribuindo.”
O preço do ar-condicionado subiu 6,09% em outubro, a segunda maior alta entre os itens não alimentícios apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do mês, atrás apenas do aumento de 23,70% registrado pelas passagens aéreas.

















