Oitenta pessoas morreram em acidentes aéreos, nos últimos 10 anos, em Minas Gerais. Só em 2024, foram três quedas com óbitos no estado. A mais recente, de um monomotor da Polícia Federal (PF), matou dois agentes no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte.
Queda de avião da Polícia Federal em BH: o que se sabe sobre
Dados do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), unidade da Força Aérea Brasileira (FAB) responsável por investigar casos com aeronaves no país, contabilizaram 78 mortes na última década. No mesmo período, foram registradas 141 ocorrências envolvendo aviões e helicópteros no estado, 40 delas fatais.
Mortes e ocorrências fatais em acidentes aeronáuticos em MG
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Fonte: Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Sipaer)/Cenipa
De acordo com Cenipa, quase 50% desses acidentes aeronáuticos ocorreram por falhas no “desempenho técnico do ser humano”. Esta categoria engloba alguns fatores operacionais, como julgamento de pilotagem (escolhas do piloto), aplicação de comandos e planejamento de voo.
Aspectos que contribuíram para acidentes aéreos em MG
Em valores percentuais (%)
Desempenho técnico do ser humano: 48,6Aspectos psicológicos: 29,9Aspecto médico: 4,7Elementos ligados ao ambiente operacional: 4,7Infraestrutura aeroportuária: 4,7Outros: 7,4
Fonte: Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Sipaer)/Cenipa
O ocorrência desta semana com o Cessna Grand Caravan da PF ainda não foi computada pelo sistema do órgão. Com este caso, o número de mortos chega a 80.
Fonte: Globo Minas.

















