Braian nasceu com 2,8 kg, mas o tumor, sozinho, pesava 795 gramas. A remoção foi feita nas primeiras semanas de vida e, hoje, aos 11 meses, o pequeno, já está aprendendo a engantinhar. “Nosso bebê milagre”, diz a mãe, Marciliana, de Curitiba, no Paraná. O diagnóstico do tumor epignathus, que é extremamente raro, foi feito ainda na gravidez
“Braian foi o segundo caso no Brasil de uma pessoa com esse tumor na face”, diz Marciliana Demjenski de Oliveira, 33 anos, de Curitiba, no Paraná. Ela, que sempre atuou na área comercial, precisou se afastar do trabalho para se tornar cuidadora do filho 24 horas por dia. O menino foi diagnosticado com um tumor extremamente raro ainda na gravidez. “já na primeira morfológica, nosso mundo desabou. Foi quando os médicos suspeitaram do tumor. Senti um aperto no coração, morria de medo que o tumor causasse dor nele”, lembra.
O pai, Valmir Júnior, 35 anos, disse que a notícia foi impactante. “Não conseguia acreditar. Um bebê tão esperado, tão sonhado. Ele ainda era tão pequeno, uma vidinha que ainda estava se formando… mas tudo que o podíamos fazer naquele momento eram exames, rezar e aguardar. Vivíamos uma semana por vez. A cada dia, uma pitada de incerteza, medo, angústia”, lembra.


















