Veja como consultar e sacar dinheiro esquecido no fundo PIS/Pasep

Por Dentro De Tudo:

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Mais de 10 milhões de brasileiros têm R$ 26,3 bilhões esquecidos no antigo fundo PIS/Pasep e podem resgatar os valores desde 28 de março. O saldo médio disponível para saque é de R$ 2,8 mil por pessoa, mas pode variar conforme o tempo trabalhado e o salário recebido na época.

Se o saque não for solicitado até setembro de 2028, o dinheiro será incorporado ao Tesouro Nacional, sem possibilidade de retirada.

Como consultar se tenho dinheiro no fundo PIS/Pasep?

A consulta pode ser feita pelo site Repis Cidadão, do Ministério da Fazenda, ou pelo aplicativo do FGTS. Para acessar a plataforma, é necessário ter conta gov.br nível prata ou ouro.

Como solicitar o ressarcimento?

O pedido pode ser feito:

  • Pelo aplicativo do FGTS, na opção “Mais” → “Ressarcimento PIS/Pasep”, seguindo as orientações para anexar os documentos necessários.
  • Em uma agência da Caixa Econômica Federal, apresentando um documento de identidade oficial.

Para herdeiros, é necessário apresentar:

  • Documento de identidade do solicitante;
  • Certidão de óbito do titular;
  • Documentos que comprovem a relação com o falecido (como certidão de casamento ou nascimento).

O pagamento será feito na conta do beneficiário na Caixa ou por meio de conta poupança social digital, conforme o calendário de pagamentos estabelecido.

O que é o antigo PIS/Pasep?

Criado na década de 1970, o PIS/Pasep foi um fundo voltado para trabalhadores do setor privado e servidores públicos. Em 1988, o fundo foi desativado e substituído pelo abono salarial atual. Desde 2020, as cotas não sacadas foram transferidas para o FGTS e, depois, para uma conta única do Tesouro Nacional.

Quem tem direito ao abono salarial PIS/Pasep 2025?

O abono salarial é pago anualmente a trabalhadores com carteira assinada e servidores públicos que atenderam aos critérios do programa. Neste ano, o benefício contempla quem trabalhou pelo menos 30 dias em 2022 e recebeu até dois salários mínimos por mês.

Foto: Reprodução/Ministério da Fazenda

Fonte: Ministério da Fazenda

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