A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu o inquérito sobre a morte de Laudemir de Souza Fernandes, de 44 anos, e indiciou o empresário Renê da Silva Nogueira Júnior, de 47, por homicídio duplamente qualificado. A investigação apontou que, momentos após o crime, Renê pesquisou no celular as “consequências” do ato, contrariando sua versão de que não sabia ter atingido alguém.
Além do homicídio, praticado por motivo fútil e com recurso que dificultou a defesa da vítima, ele também foi indiciado por ameaça e porte ilegal de arma de fogo. Somadas, as penas podem chegar a 35 anos de prisão.
O crime ocorreu em 11 de agosto durante uma discussão de trânsito no bairro Vista Alegre, região Oeste de Belo Horizonte, enquanto Laudemir trabalhava. Renê foi preso no mesmo dia em uma academia de luxo no bairro Estoril, e o caso chocou a população por sua brutalidade.
Crédito da foto: Reprodução / O TEMPO
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