O homem apontado como principal suspeito de matar a jovem Vanessa Lara de Oliveira Silva, de 23 anos, em Juatuba, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, possui um extenso histórico criminal, com três condenações por estupro e outras penas que, somadas, ultrapassam 38 anos de prisão.
De acordo com informações do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, as condenações totalizam 38 anos, 10 meses e 29 dias de reclusão, sendo que cerca de 23 anos já foram cumpridos no sistema prisional mineiro. Ele também responde a outro processo por estupro, que tramita em segredo de Justiça.
Histórico de condenações
A primeira condenação ocorreu em outubro de 2002, pelos crimes de roubo, estupro e atentado violento ao pudor, com pena de 15 anos de reclusão.
Em dezembro de 2004, houve nova condenação, de 6 anos, 1 mês e 10 dias, por estupro e roubo.
Em agosto de 2006, a Justiça fixou pena de 6 anos, 7 meses e 9 dias por roubo e atentado violento ao pudor.
Dois anos depois, em agosto de 2008, ele foi novamente condenado, desta vez a 3 anos e 6 meses de prisão por estupro.
Mais recentemente, em março de 2020, recebeu pena de 7 anos, 8 meses e 10 dias por furto, resistência e roubo.
Segundo a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais, ele tem registros no sistema prisional desde 2003. O último período de custódia foi na Penitenciária Deputado Expedito de Faria Tavares, em Patrocínio, entre outubro de 2024 e dezembro de 2025, quando obteve progressão para prisão domiciliar.
Novo mandado de prisão
Agora, o suspeito é alvo de um novo mandado de prisão relacionado à morte de Vanessa, encontrada sem vida em uma área de vegetação em Juatuba. Conforme a Polícia Militar, a jovem teria sido enforcada com um cabo de notebook e há indícios de violência sexual.
Segundo registro policial, o homem teria confessado o crime por telefone, na presença de militares. Familiares relataram que, após o dia do crime, ele chegou em casa com arranhões, sujo de barro e com manchas de sangue nas roupas, fugindo em seguida para Belo Horizonte.
Imagens mostram o suspeito na Rodoviária de Belo Horizonte na tarde dessa quarta-feira (11). As autoridades pedem que qualquer informação sobre o paradeiro dele seja repassada pelo telefone 190.
O caso segue sob investigação.
Fonte: Itatiaia
Crédito da imagem: Reprodução / Itatiaia
















