Casos de intoxicação por animais peçonhentos aumentam no verão; veja como agir

Por Dentro De Tudo:

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O período de verão, marcado por chuvas intensas, altas temperaturas e maior circulação de pessoas em áreas verdes, tem elevado o número de acidentes envolvendo animais peçonhentos em Minas Gerais. Dados recentes apontam crescimento nos atendimentos hospitalares, especialmente relacionados a escorpiões, aranhas, serpentes e lagartas.

Somente no último ano, foram registrados milhares de casos desse tipo, com destaque para as ocorrências causadas por escorpiões. Especialistas explicam que as condições climáticas comuns desta época afetam os abrigos naturais desses animais, levando-os a buscar refúgio em ambientes urbanos e residenciais.

Além disso, o aumento do fluxo de pessoas em sítios, trilhas, parques e áreas rurais durante as férias contribui para a maior exposição ao risco.

Primeiros cuidados em caso de acidente

Em situações de picada ou contato com animal peçonhento, a orientação é manter a vítima calma e lavar o local atingido apenas com água e sabão. Não é recomendado fazer torniquete, furar, espremer, sugar o local ou oferecer alimentos e bebidas caseiras.

Sempre que possível, deve-se registrar imagens do animal à distância, sem tentar capturá-lo. As fotos auxiliam a equipe médica na identificação correta e na definição do tratamento adequado. A vítima deve ser encaminhada imediatamente à unidade de saúde mais próxima.

Especialistas também alertam para não tentar manusear ou encurralar o animal. Em casos de risco dentro de residências, a recomendação é acionar órgãos competentes, como o Corpo de Bombeiros.

O serviço de informação toxicológica funciona 24 horas e pode orientar pacientes e profissionais de saúde sobre como proceder em situações de emergência.

Crédito da matéria: Itatiaia

Crédito da foto: Ilustrativa

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