A falta de cilindros de oxigênio no Norte de Minas e a escassez de anestésicos e anticoagulante para pacientes que precisam ser entubados em algumas cidades do Estado entram para o radar do Conselho de Secretarias de Saúde.
Segundo o presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde Minas Gerais, Eduardo Luiz Silva, o Governo do Estado já pediu uma espécie de cotação de preços para tentar realizar a compra de vasilhames para envasar o oxigênio. Isso porque o problema estaria na falta de cilindros e não de oxigênio.
“A informação que nós temos é que as empresas que fornecem o oxigênio para os prestadores de Minas Gerais tem insuficiência do produto. O que às vezes falta são os vasilhames para reposição desses produtos, levanto até os municípios a terem falta para reposição”, explicou.
Ele completa: “Esse é um problema que está sendo solucionado a partir de uma ata de preço que a Secretaria de Estado está fazendo para tentar adquirir esses vasilhames e disponibilizar aos municípios que por ventura tenham essa necessidade”.
O presidente do Conselho lembra que a situação atual deixa o Estado em alerta. “Pelo aumento do número de infecções em unidades de UTI no Estados, nós temos um aumento do consumo, levando a Secretaria de Estado de Saúde e o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Minas ao Estado de Alerta. Esse estado de alerta nos indica que precisamos ter atenção e principalmente fazer a distribuição dos medicamentos na SES destinados pelo Ministério da Saúde aos prestadores de Minas”, afirma.


















