Seis vereadores das cidades de Matozinhos, Inhaúma, Capim Branco, Prudente de Morais e Funilândia se uniram para requerer aos prefeitos de seus municípios, de forma imediata, ações como: criação de auxílio, de crédito com juros viáveis, incentivos fiscais, isenção de impostos, ou outras medidas do Governo Estadual, para garantir a sobrevivência e minimizar os impactos financeiros para as microempresas, empresas de pequeno porte, comerciantes locais e dos microempreendedores individuais que afetados diretamente pelas medidas e protocolos da Onda Roxa.
No documento, os parlamentares destacam que apoiam e sabem da importância de se cumprir as determinações do Decreto, porém destacamos também, a situação em que os proprietários de comércios vivem neste cenário. “”Caso não haja intervenção do estado de Minas Gerais, com medidas e ações imediatas para diminuir o impacto causado pela paralisação em função da Onda Roxa, os comércios correm o risco de fecharem definitivamente gerando desemprego, queda no PIB municipal, diminuição da arrecadação, retrocesso à economia local, dentre outros prejuízos”, consta na justificativa.
Neste sentido, os vereadores estão solicitando aos nobres Legisladores de suas respectivas Câmaras Municipais a aprovação do requerimento em mesmo teor onde solicitam aos Prefeitos Municipais, das respectivas cidades, que enviem ao Governo do estado uma solicitação para que sejam tomadas medidas de apoio para às classes das Microempresas, Empresa de Pequeno Porte, Comerciantes locais e dos Microempreendedores Individuais.
Os vereadores que assinam o documento são:
Matozinhos – Marco Antônio Martins;
Prudente de Morais – Frances José Iglesias;
Funilândia – Diego Ribeiro dos Reis;
Funilândia – Cícero Felipe;
Inhaúma – Rogério Angelino da Silva;
Capim Branco – Johnes Lima.
Onda Roxa
Foi publicado pelo Governador Romeu Zema a todos os municípios de Minas Gerais, onde ficou determinado que a partir do dia 17 de março de 2021 o funcionamento apenas do comércio essencial nos municípios Mineiros, com validade por 15 dias. A medida se justifica devido à falta de leitos para internações e tratamento da Covid-19 em vários municípios de Minas Gerais, o que pode causar o colapso do sistema de saúde em todo o território mineiro e implica na adoção de medidas internas mais restritivas que objetivam à diminuição da propagação da Covid-19.
Veja o documento.

















