Crescimento de 242% das startups em MG impulsiona empregabilidade, mas setor de TI prevê apagão de profissionais 

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O estado de Minas Gerais vem ganhando representatividade na área de TI. Segundo a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Sede), o número de startups na região já é de 1.250 empresas, o que significa um crescimento de 242% se comparado a 2015, quando havia 365. Já em relação aos dados da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), o estado é o terceiro do país com a maior quantidade de empresas deste tipo. Nesse contexto, a demanda por profissionais qualificados neste setor se mostra cada vez mais urgente, considerando as novas tecnologias, a exemplo do 5G e Internet das Coisas. De acordo com as projeções mais recentes da Brasscom (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais), cerca de 800 mil novas vagas de trabalho serão criadas em todo o país até 2025, mas a entidade estima que faltarão especialistas para ocupar cerca de 532 mil dessas vagas.  

Pensando em preparar os novos profissionais de TI o mais rápido possível, a partir de cursos de curta duração e online, a Cogna Educação acaba de lançar a Escola T.EX – Technology Experts , sua mais nova frente de cursos rápidos voltados para empregabilidade e desenvolvimento de carreira tech. 

Inicialmente, são oferecidos dois cursos no modelo de nanograduação, o de Full Stack JavaScript e o bootcamp, focado em ensinar o aluno o melhor método para ser aprovado em processos seletivos, bem como em explicar o que cada função no segmento de tecnologia faz na prática. O aluno que optar por ingressar na nanograduação também terá acesso ao bootcamp.  

Para contemplar alunos de todo o Brasil, os cursos da Escola T.EX  têm certificação e são direcionados a profissionais que almejam fazer transição de carreira, jovens que se formaram no ensino médio e desejam ingressar na área de tecnologia, empreendedores e alunos de graduação e pós-graduação, além de possibilitar parcerias B2B com empresas, escolas e outras instituições que desejam formar um grupo de novos profissionais de TI.  As aulas são conduzidas por professores experts e reconhecidos no mercado, como Roque Fernando Marcos Sousa, instrutor do curso de nanograduação em Full Stack JavaScript, e Elton Daniel Leme, instrutor do bootcamp Intensivo de Carreira Tech. 

A metodologia de ensino da Escola T.EX é composta por vídeos curtos, aulas ao vivo e gravadas, e muita prática a partir de momentos em que os alunos irão desenvolver projetos para problemas reais das empresas, exercitando os conhecimentos aprendidos sobre banco de dados, back-end, front-end, computação em nuvem, design/UX, segurança da informação, assim como soft skills – insumos que irão preparar integralmente o aluno e irão torná-lo um candidato altamente atrativo nos processos de seleção. 

“Nossa proposta de metodologia irá apoiar o mercado na superação do déficit de profissionais nessa área com mais celeridade. Ao transmitir as competências técnicas e as soft skills mais demandadas nesse segmento, queremos desenvolver tanto os jovens que ainda não têm experiência quanto aqueles profissionais que desejam mudar de carreira ou dar uma guinada na profissão”, explica Renato Blanco, Head da T.EX. Além de receber um vasto repertório técnico, os alunos também serão preparados para o processo de seleção do mercado, com a disponibilização de modelos de currículo, cartas de apresentação, perguntas e respostas de entrevistas, entre outros diferenciais de empregabilidade que reforçam o foco no aluno e seu objetivo profissional.  

MERCADO DE TRABALHO EM TI CARECE DE PROFISSIONAIS 

A Escola T.EX também tem como proposta de valor beneficiar seus alunos à medida que pode ser crucial para que eles consigam um bom primeiro emprego ou sejam promovidos para um cargo mais alto, por exemplo. Isso porque o salário médio dos profissionais de TI é superior à média nacional de remuneração de outros setores. Nas funções de técnico de redes e analista de dados, por exemplo, a remuneração varia de R$ 2.079,15 a R$ 4.835,94, de acordo com a Brasscom. No que diz respeito aos salários de líderes de TI, segundo pesquisa de 2021 do Ministério do Trabalho e Previdência, por meio de dados levantados com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o Diretor de Serviços de Informática corresponde ao valor de R$ 28.050,65. Já um engenheiro de aplicativos em computação pode ganhar cerca de R$ 10.280,48. 

Já com base no Guia Salarial de 2022, da consultoria Robert Half, os salários iniciais variam de R$ 3.850 para analista de infraestrutura júnior, R$ 4.800 para função de back-end júnior, R$ 5.500 para front-end e mobile júnior, R$ 5.600 como analista júnior da área de inteligência de negócios ou ainda R$ 5.300 para analista de segurança júnior.  

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