Defesa do caminhoneiro nega uso de drogas e pede revogação da prisão preventiva

Por Dentro De Tudo:

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A defesa do caminhoneiro envolvido no acidente na BR-116, em Teófilo Otoni, que resultou na morte de 39 pessoas, negou que ele estivesse sob efeito de substâncias psicoativas no momento da colisão. O advogado afirmou que os exames toxicológicos realizados dois dias após o acidente não comprovam o uso de álcool, ecstasy ou cocaína no momento do fato, e questionou possíveis falhas no processo de coleta e análise dos testes. Ele também anunciou que recorrerá da prisão preventiva do motorista, alegando que o caminhoneiro se apresentou voluntariamente às autoridades e colaborou com a investigação.

O advogado argumentou que o motorista entrou em pânico após a colisão e não teve condições de prestar socorro devido à explosão e incêndio que seguiram o impacto. A defesa reiterou que o objetivo é garantir um julgamento justo, com base em provas concretas, e manifestou solidariedade às vítimas do acidente.

O acidente ocorreu em 21 de dezembro de 2024, quando uma carreta com um bloco de granito se chocou com um ônibus, causando a morte de 39 pessoas e deixando outras nove feridas. O veículo pegou fogo após a colisão. As investigações iniciais apontaram irregularidades, como excesso de carga e alta velocidade do caminhão.

Fonte: O Tempo

Foto: Divulgação / Corpo de Bombeiros

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