O número de pessoas com doenças inflamatórias intestinais (DII) no Brasil aumentou cerca de cinco vezes entre 2012 e 2025, conforme levantamento divulgado por especialistas. A doença, que atinge o trato gastrointestinal e pode incluir condições como a retocolite ulcerosa e a doença de Crohn, tem sido associada a fatores como alterações no estilo de vida, dieta, uso de antibióticos e predisposição genética.
Segundo os dados analisados, a incidência dessas enfermidades vem crescendo de forma constante, com impactos significativos na qualidade de vida dos pacientes, além de exigir demanda maior por serviços de saúde, incluindo diagnóstico, tratamento médico e acompanhamento clínico de longo prazo. Profissionais da área destacam a necessidade de maior acesso a diagnóstico precoce, manejo adequado dos sintomas e educação sobre a doença para pacientes e familiares.
Especialistas ressaltam ainda a importância de políticas públicas voltadas à pesquisa, inclusão de assistência multidisciplinar e melhoria no acesso a terapias modernas, que podem controlar a doença e reduzir complicações. O público é orientado a buscar atendimento médico se surgirem sinais como dor abdominal persistente, diarreia crônica, sangramento retal ou perda de peso não intencional.
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Texto: via Notícias ao Minuto Brasil – Brasil
Foto: Notícias ao Minuto Brasil – Brasil












