Investigações apontam que o universitário manteve relações sexuais sem o consentimento das vítimas, recusou o uso de preservativo ou a interrupção dos atos quando solicitado. Além disso, há relatos de fotografias e gravações clandestinas dos encontros íntimos, com o material supostamente compartilhado em um grupo de WhatsApp formado por colegas do curso.
Laudos periciais e depoimentos foram reunidos, indicando autoria e materialidade dos crimes. O caso está enquadrado no contexto da Lei Maria da Penha.
Uma das vítimas relatou à TV Globo a dificuldade de reagir durante um dos episódios, dizendo que não tinha força para se defender diante da agressão.
A Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais (Feluma) informou que, à época dos fatos, o estudante foi imediatamente suspenso das atividades acadêmicas, conforme procedimentos internos. A instituição afirmou ainda que houve decisão judicial determinando o afastamento da suposta vítima, com bloqueio de acessos às dependências e aos sistemas; o afastamento cautelar permanece em vigor e o vínculo acadêmico encontra-se trancado, sem participação em aulas, estágios ou outras atividades.
O Ministério Público informou que o inquérito está em análise. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) não informou sobre eventual processo relacionado nem sobre a situação do estudante no curso.
A defesa ressaltou que o indiciamento é ato policial no âmbito da investigação, sem contraditório e sem caracterizar culpa ou julgamento definitivo, e que não comentará o conteúdo da investigação neste momento, reservando-se ao andamento processual.
Texto: via BHAZ
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Texto original publicado em: bhaz.com.br
Data: 18 de setembro de 2026















