Um exame toxicológico do Instituto Médico Legal (IML) identificou a presença de substâncias associadas ao ecstasy (MDA e MDMA) e de anfetamina na urina da capitã da Polícia Militar Michele Leão Azevedo, de 41 anos, encontrada morta em Belo Horizonte. O resultado integra a investigação da Polícia Civil, que apura o caso como feminicídio, mas não determina a causa da morte.
De acordo com o laudo, as substâncias foram detectadas na amostra de urina da policial, porém o exame não permite concluir se elas tiveram relação com o óbito. A causa da morte será apontada pelo laudo necroscópico, que ainda está em elaboração.
O marido da capitã, um sargento da PM, está preso preventivamente e é investigado no caso. Em depoimento, ele negou ter cometido qualquer crime e afirmou que o casal consumiu bebidas alcoólicas e drogas antes de a vítima sofrer uma queda durante práticas sexuais consensuais.
Durante as investigações, a Polícia Civil apreendeu um cabo de madeira quebrado, recolheu materiais para perícia e constatou que roupas de cama haviam sido lavadas antes da chegada dos investigadores. O apartamento permanece interditado, e novas diligências poderão ser realizadas até a conclusão do inquérito.
Foto: Reprodução/TV Globo; Reprodução/Redes Sociais.
Fonte: g1 Minas / TV Globo.















