As propostas dos candidatos à Presidência para o futuro da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) vão da manutenção e ampliação dos direitos trabalhistas à criação de novos modelos de contratação.
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defende o fortalecimento da CLT, redução da jornada para 40 horas semanais, apoio ao fim da escala 6×1 e regulamentação do trabalho por aplicativos.
Flávio Bolsonaro (PL) afirma que não pretende acabar com a CLT, mas defende maior liberdade para que trabalhadores e empresas negociem jornada e condições de trabalho.
Romeu Zema (Novo) propõe um regime alternativo à CLT, permitindo diferentes formas de pagamento e organização da jornada, mantendo a CLT como opção.
Renan Santos (Missão) defende a substituição da CLT por um novo marco regulatório baseado na liberdade contratual e também propõe mudanças na Justiça do Trabalho.
Ronaldo Caiado (PSD) propõe adaptar a legislação às novas formas de trabalho, como atividades remotas, híbridas e por aplicativos.
Augusto Cury (Avante) concentra suas propostas no empreendedorismo, pequenos negócios e adaptação do mercado às novas tecnologias.
O debate envolve temas como jornada de trabalho, direitos trabalhistas, informalidade, trabalho por aplicativos, empreendedorismo e novas formas de contratação.
A CLT foi criada em 1943 e reúne direitos como férias, 13º salário, FGTS e regras sobre jornada de trabalho.
CLT NO CENTRO DO DEBATE SOBRE O FUTURO DO TRABALHO
Fonte da matéria: g1 — Rafaela Zem, 03/10/2026.
Fonte da foto: Divulgação/Arquivo.













