Governo de Minas nega que sargento suspeito de matar capitã tenha feito segurança pessoal de Zema

Por Dentro De Tudo:

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O Governo de Minas Gerais afirmou que o sargento da Polícia Militar preso por suspeita de matar a esposa, a capitã Michele Leão Azevedo, nunca integrou a equipe de segurança pessoal do governador Romeu Zema. A manifestação foi divulgada após informações de que o militar teria atuado na proteção do chefe do Executivo estadual.

Em nota oficial, o Estado esclareceu que o policial jamais fez parte do Gabinete Militar do Governador (GMG), órgão responsável pela escolta e proteção física do governador e de outras autoridades. Segundo o governo, o sargento não possuía qualquer vínculo funcional com o gabinete nem exercia atividades de segurança pessoal do governador.

O Executivo informou, no entanto, que o militar serviu no Batalhão de Polícia de Guardas (BPG) entre 2015 e 2023, unidade responsável pelo policiamento ostensivo de prédios públicos e residências oficiais. Por causa da escala de serviço, ele pode ter atuado em postos desse tipo, o que, segundo o governo, não significa que integrasse a equipe de segurança de Romeu Zema.

A nota afirma ainda que essa circunstância pode ter levado à interpretação equivocada de que o sargento fazia parte da segurança do governador.

A Associação dos Praças Policiais e Bombeiros de Minas Gerais (Aspra) também se pronunciou e informou que o militar chegou a exercer o cargo de diretor jurídico da entidade, mas deixou a função em junho de 2025. A associação destacou que o caso pertence à esfera pessoal dos envolvidos e reiterou repúdio a toda forma de violência contra a mulher.

O sargento segue preso e é investigado pela morte da capitã Michele Leão Azevedo, ocorrida em Belo Horizonte.

Foto: Reprodução/Redes sociais
Fonte: Hoje em Dia
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GOVERNO NEGA LIGAÇÃO COM ZEMA

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