Em relação à proposta anterior, a instituição reduziu de R$ 150 para R$ 120 a cobrança por consulta em pronto atendimento e manteve a isenção de coparticipação na telemedicina. Outro ponto aceito pela empresa foi a previsão de ao menos um empregado dedicado exclusivamente ao Saúde Caixa em cada Gerência de Pessoas (Gipes) e em cada Representação Regional de Pessoas (Repes).
Entre as alterações no programa de remuneração, o banco projeta ampliar a premiação inicial por habilitação de 25% para 50%, além de mudanças nos critérios de avaliação e maior transparência nos painéis de resultados. A instituição informou que não haverá penalização relacionada aos programas Figital e Genesys em 2026, mantendo-os em fase piloto e em discussão com os representantes dos empregados para 2027. Também permanece a oferta de um prêmio extraordinário de R$ 3 mil por empregado, vinculado à superação de metas operacionais já atingidas neste ano. Segundo sindicatos, a proposta preserva cláusulas previstas nos acordos coletivos e na Convenção Coletiva de Trabalho da categoria.
A greve teve início após rejeição, por mais de 90% das bases sindicais, da proposta de renovação anterior, conforme a Contraf-CUT. O Saúde Caixa era apontado como um dos principais pontos de discordância. Enquanto os empregados da Caixa discutem a continuidade ou o fim da paralisação, a categoria bancária como um todo já havia assinado a Convenção Coletiva de Trabalho com a Fenaban. O acordo vigente prevê reposição da inflação pelo INPC, aumento real de 0,6% por dois anos e medidas relacionadas à saúde mental, ao combate ao assédio e ao direito à desconexão.
Caso a proposta seja aprovada nesta segunda-feira, as entidades sindicais esperam o encerramento da greve e a implementação das medidas acordadas.
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Texto: via g1
Foto: Arquivo pessoal














