A paralisação de servidores da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais já provocou o adiamento de cerca de 60 cirurgias programadas em hospitais públicos de Belo Horizonte. O impacto atinge principalmente procedimentos eletivos em unidades de grande demanda, pressionando a organização da rede estadual de saúde.
Entre os locais mais afetados estão o Hospital João XXIII e o Complexo de Especialidades, que reúne os hospitais Júlia Kubitschek e Alberto Cavalcanti. As equipes têm reavaliado pacientes e reorganizado agendas, priorizando casos considerados mais graves.
Mesmo com os reflexos da paralisação, atendimentos de urgência e emergência seguem mantidos. A categoria afirma que os serviços essenciais continuam funcionando, enquanto os impactos se concentram nas cirurgias agendadas previamente.
Diante do cenário, o governo estadual acionou a Justiça para tentar garantir a continuidade dos serviços. Ainda assim, os trabalhadores decidiram manter o movimento, com escala mínima nas unidades, enquanto aguardam desdobramentos das negociações.
Entre as principais reivindicações estão melhores condições de trabalho, discussão sobre a gestão da rede hospitalar e revisão do reajuste salarial proposto. A administração estadual afirma que mantém diálogo com a categoria e destaca medidas recentes de recomposição salarial.
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Crédito da foto: Alex de Jesus / O Tempo
GREVE NA SAÚDE ADIA 60 CIRURGIAS EM BH
Fonte: @otempo
















