Os grupos de WhatsApp entre pais e responsáveis se tornaram parte da rotina escolar, mas o excesso de mensagens, conflitos e informações desencontradas pode transformar o espaço de comunicação em uma fonte de problemas.
A avaliação é do orientador pedagógico Fabiano Carneiro, do Colégio Loyola. Segundo ele, os grupos podem facilitar a troca de informações e fortalecer a relação entre as famílias, desde que tenham regras claras, objetivo definido e não substituam os canais oficiais da escola.
Questões individuais, reclamações e situações envolvendo estudantes, por exemplo, tendem a ser mais bem resolvidas diretamente com a instituição, evitando exposição e conflitos em grupos coletivos.
O especialista também chama atenção para outro aspecto: a comunicação digital não deve substituir a convivência entre as famílias. Para ele, a construção de uma comunidade escolar depende de diálogo, participação e relações que ultrapassem as telas.
A proposta é usar a tecnologia como ferramenta de aproximação, sem deixar que ela substitua a parceria presencial entre famílias, estudantes e educadores.
Fonte da matéria: Estado de Minas/Colégio Loyola
Fonte da foto: Colégio Loyola/Divulgação
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