Uma instituição religiosa de Pedro Leopoldo foi vítima de um golpe financeiro após o pagamento de um boleto falso enviado por e-mail ao setor financeiro. O documento indicava a cobrança de um fornecedor conhecido da igreja e apresentava valor e data de vencimento compatíveis com despesas habituais, o que contribuiu para que o pagamento fosse realizado sem suspeita inicial.
O golpe foi descoberto quando a empresa que supostamente teria emitido o boleto entrou em contato cobrando o valor, informando que não havia recebido o pagamento. Ao conferir o comprovante, foi constatado que o dinheiro havia sido direcionado a outro beneficiário, caracterizando a fraude.
Casos como esse têm se tornado cada vez mais comuns e exploram a rotina administrativa de empresas, igrejas e instituições, especialmente quando há envio de boletos por e-mail. Criminosos utilizam dados reais de fornecedores para tornar a fraude mais convincente e dificultar a identificação imediata do golpe.
A orientação é que pagamentos sejam feitos somente após a conferência rigorosa dos dados do beneficiário, código de barras e canal de envio do boleto. Em situações de dúvida, o ideal é confirmar a cobrança diretamente com o fornecedor antes de efetuar qualquer pagamento, evitando prejuízos financeiros.


















