Untitled Document
FlexSlider 2
megamenu.js | Last responsive megamenu you'll ever need
jQuery Devrama Slider Demo
Mais um lote da cerveja Belorizontina, da Backer, está contaminado, diz Polícia Civil
Mais um lote da cerveja Belorizontina, da Backer, está contaminado, diz Polícia Civil
Da Redação
Publicada 13/01/2020

A Polícia Civil confirmou na manhã desta segunda-feira (13) que mais um lote da cerveja Belorizontina, da Backer, estaria contaminado por duas substâncias: monoetilenoglicol e dietilenoglicol. A informação foi dada pelo Chefe da Polícia Civil de Minas Gerais, Wagner Pinto, durante coletiva nesta segunda.

A Polícia Civil investiga se um ex-funcionário participou de suposta sabotagem com a contaminação da cerveja. No fim do ano passado, um supervisor da cervejaria chegou a registrar boletim de ocorrência de contra ex-trabalhador, que o ameaçou.

Até agora, a Polícia Civil confirmou onze casos da chamada síndrome nefroneural. Um deles morreu em Juiz de Fora, onde estava internado, na semana passada. Além dos pacientes internados em Belo Horizonte, há um em São Lourenço e outro em Viçosa.

“Neste primeiro momento estamos buscando entender como se deu a intoxicação. É o primeiro passo. Para, posteriormente, nós buscarmos algum tipo de responsabilidade penal, caso exista. Neste contexto, há uma necessidade do trabalho pericial", disse Wagner Pinto.

Em relação ao novo lote contaminado, o delegado Flávio Grossi disse que os casos estão espalhados. "É importante ressaltar a existência de mais este lote, que não era de conhecimento. E ao contrário do que imaginávamos, o lote não estava concentrado só no Buritis"

Segundo a Polícia Civil, exames de sangue de quatro vítimas deram positivo para a presença de dietilenoglicol, substância que pode ter provocado os sintomas de insuficiência renal e alterações neurológicas.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, nas garrafas recolhidas na semana passada, do lote 1348, das linhas de produção L1 e L2, foi encontrada a presença de outra substância: a monoetilenoglicol.

Após a constatação da presença da substância nestas garrafas, investigadores estiveram na fábrica da Backer, onde recolheram novas amostras da cerveja. Elas foram levadas para Brasília, para estudo da carbonatação, que avalia se houve violação da embalagem. Segundo a polícia, o resultado deu negativo.

De volta ao Instituto de Criminalística de BH, a perícia constatou a presença das duas substâncias, monoetilenoglicol e dietilenoglicol nestas cervejas que foram recolhidas dentro da empresa. Segundo a Polícia Civil, a garrafa que foi à Brasília tinha o rótulo de Capixaba, que tem a mesma fórmula da Belorizontina.

A Backer já havia emitido nota dizendo que não usa o dietilenoglicol na produção das cervejas, mas que utiliza o monoetilenoglicol. Entretanto, segundo a Polícia Civil, em um dos tanques da fábrica, foram encontradas as duas substâncias. O G1 ainda aguarda posicionamento da empresa em relação à coletiva desta segunda.

De acordo com o superintendente da Polícia Técnico Científica da Polícia Civil, Tales Bittencourt, a contaminação por dietilenoglicol pode ser letal com a dosagem entre 0,014mg por quilo a 0,17 mg por quilo. “Isso significa que a dose letal para um homem de 70 quilos pode ser entre 1 grama a 12 gramas.”

Fonte: Globo Minas.

 

 Documento sem título
Documento sem título
Documento sem título
Buscas
jQuery Devrama Slider Demo