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sexta-feira, 14 de junho de 2024

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Isaquias Queiroz deixa Lagoa Santa e mira medalha olímpica com preparação na Bahia

Por Dentro De Tudo:

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Depois de conquistar quatro medalhas olímpicas treinando em Lagoa Santa, Minas Gerais, Isaquias tem como um objetivo para os Jogos Olímpicos de Paris subir ao pódio após se preparar mais próximo de suas origens. Depois de dez anos vivendo na cidade mineira, o atleta passou a treinar em Ilhéus, na Bahia, cerca de uma hora distante de Ubaitaba, cidade natal do canoísta.

Voltar a morar perto de familiares e amigos era uma das prioridades do baiano nos últimos anos. Com a reivindicação da grande estrela da modalidade, a Confederação Brasileira da Canoagem (CBCa), ao lado do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), montou uma estrutura de treinamentos em Ilhéus.

“Para Paris, vou chegar em forma, sem nenhuma lesão. Sem nenhum problema de doping. Estou treinando na Bahia e quero ganhar a medalha de ouro em Paris. Eu ganhei medalhas ganhando aqui em Lagoa Santa. Agora, quero ganhar a medalha treinando na Bahia, nas minhas origens”, declarou.

Isaquias Queiroz admite que os Jogos Olímpicos de Paris podem os últimos da carreira. Aos 29 anos, o canoísta terá 34 na Olimpíada de Los Angeles. O atleta explicou que a idade já é avançada para a modalidade. 

“Eu estou com 29 anos. Não parece, mas com 29 anos você já é um pouco mais velho. Vou chegar com 30 anos em Paris. É uma idade elevado, mas no nível de competição. Para Los Angeles, com 34 anos, eu já não sei. O Sebastian Brendel está se esforçando muito para se manter. Você começa novo e termina novo”, disse

Grande adversário do baiano nos últimos anos e inspiração para o nome do primeiro filho do brasileiro, o alemão Sebastian Brendel conquistou a medalha de bronze no último Mundial, aos 35 anos.

Desafio para Isaquias Queiroz

Com quatro medalhas olímpicas no currículo (duas de bronze, uma de prata e uma de ouro), Isaquias tem a chance de atingir mais um feito histórico em Paris. Se conquistar duas medalhas em 2024, ele se isola como o brasileiro que mais subiu ao pódio na história das Olimpíadas.

Atualmente, apenas os velejadores Robert Scheidt e Torben Grael, com cinco medalhas, estão acima do atleta baiano.

Fonte: Itatiaia.

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