A Justiça de Belo Horizonte negou o pedido da defesa de um homem de 24 anos investigado pela morte da namorada, no bairro Camargos, para que ele fosse submetido a exame de insanidade mental.
A decisão foi tomada nesta sexta-feira (7) pela 1ª Vara do Tribunal do Júri. Segundo a magistrada, não existem, até o momento, elementos que indiquem dúvida razoável sobre a capacidade mental do investigado que justifique a realização do exame.
A defesa havia alegado comportamento considerado atípico, falta de residência fixa e relatos de consumo frequente de drogas psicotrópicas. O Ministério Público também se manifestou contra o pedido.
De acordo com a decisão, não foram apresentados prontuários médicos, documentos ou estudos que apontassem comprometimento da saúde mental do investigado. A Justiça, porém, ressaltou que a solicitação poderá ser reavaliada caso surjam novos elementos durante o processo.
A defesa também pediu outras diligências, incluindo exames toxicológicos e perícias, mas os pedidos foram negados. A Justiça entendeu que cabe à Polícia Civil avaliar a necessidade dessas medidas durante a investigação.
O homem foi preso em julho, após confessar à Polícia Civil ter matado a namorada durante uma discussão. Ele permanece preso preventivamente enquanto o caso é investigado.
Foto: TV Globo/Reprodução
Fonte: g1 Minas
















