Um laudo complementar do Instituto de Criminalística de São Paulo concluiu que a hipótese de suicídio é incompatível com os elementos materiais encontrados na investigação da morte de uma policial militar.
Segundo o documento, os padrões de manchas de sangue e outros vestígios analisados contradizem a possibilidade de que a morte tenha sido provocada pela própria vítima. A perícia também apontou que houve intervenção de uma segunda pessoa.
A policial foi encontrada morta com um tiro na cabeça, em fevereiro, no apartamento onde morava com o então companheiro, que atualmente é réu por feminicídio e está preso.
Laudos anteriores já haviam identificado lesões na face e na região do pescoço. Uma testemunha também relatou ter ouvido o disparo antes de o pedido de socorro ser acionado.
O acusado teria inicialmente informado às autoridades que se tratava de um suicídio. A versão passou a ser questionada durante as investigações.
Uma nova audiência do processo está marcada para a próxima terça-feira (8), quando o réu deverá ser interrogado.
Fonte da matéria: O TEMPO/Agência Brasil
Fonte da foto: Instagram/Agência Brasil
LAUDO APONTA QUE MORTE DE POLICIAL NÃO FOI SUICÍDIO















