Uma médica suspeita de raptar um bebê em Uberlândia teria sido agredida pelo menos três vezes por outras detentas enquanto está presa. A defesa também afirma que ela não recebeu acompanhamento psiquiátrico adequado desde que entrou no sistema prisional.
Segundo o pedido apresentado à Justiça, a médica possui Transtorno Afetivo Bipolar e não teria passado por consulta psiquiátrica desde a prisão. A defesa afirma ainda que ela está com um furúnculo de grandes proporções e precisa de atendimento médico.
De acordo com informações de O Tempo, um psiquiatra contratado pela família conseguiu autorização para visitar a médica somente recentemente. A defesa afirma que os medicamentos utilizados por ela não foram readequados e que isso teria contribuído para episódios de crise.
A agressão mais recente teria provocado sangramento e hematomas. Segundo o relato, não houve realização de exame de corpo de delito, mas os ferimentos foram registrados pelo psiquiatra em um laudo anexado ao processo.
A médica responde pelo rapto de um bebê no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU) e aguarda uma perícia para avaliar sua condição mental.
Ela também tenta anular a decisão que a levou a júri popular pela morte de uma farmacêutica na mesma cidade.
Fonte: O Tempo
Foto: Reprodução/Instagram
MÉDICA SUSPEITA DE RAPTAR BEBÊ É AGREDIDA NA PRISÃO E DEFESA COBRA ATENDIMENTO MÉDICO














