Minas Gerais registrou 42 casos confirmados de coqueluche em 2026 até o dia 23 de julho, segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG). Apesar da redução em relação ao mesmo período de 2025, quando houve 495 confirmações, especialistas alertam que a queda não deve levar ao relaxamento das medidas de prevenção, especialmente da vacinação.
Até o momento, o Estado contabilizou 233 notificações suspeitas e nenhuma morte pela doença neste ano. As crianças com menos de um ano seguem sendo o grupo mais afetado, concentrando 13 dos 42 casos confirmados.
A coqueluche é uma infecção respiratória causada pela bactéria Bordetella pertussis, transmitida por gotículas liberadas na fala, tosse ou espirro. Os primeiros sintomas se assemelham aos de um resfriado, mas evoluem para crises intensas e persistentes de tosse, podendo causar complicações graves, principalmente em bebês.
Especialistas reforçam que a vacinação continua sendo a principal forma de prevenção. O imunizante é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para gestantes, crianças e profissionais de saúde. Também orientam que pessoas com tosse persistente procurem atendimento médico para diagnóstico e início precoce do tratamento.
Foto: Prefeitura de Betim/Divulgação
Fonte: Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais / O Tempo
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