O estoque é baixo – ou simplesmente não existe – em pelo menos oito dos 12 bancos de leite humano de Minas. Sem o alimento, o atendimento a recém-nascidos internados nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) pode ficar comprometido. Pediatras fazem um apelo às mulheres que estão amamentando para que façam as doações.
Operando no limite, as maternidades têm priorizado os casos graves, como os de prematuros. Em último caso, os profissionais precisam utilizar as fórmulas infantis. A dificuldade na captação tem se arrastado há meses, mas ganhou força nos últimos dias com a Semana Mundial do Aleitamento Materno.
Dentre os bancos de leite que pedem ajuda está o maior do Estado, da Maternidade Odete Valadares, em Belo Horizonte. Referência, o local atende cerca de 140 prematuros por mês da Grande BH e cidades do entorno. O hospital afirma que o estoque é insuficiente para toda a demanda.No Hospital Feldman, na região Norte de BH, a situação é mais delicada. Em média, o 100 bebês são atendidos mensalmente. A unidade de saúde precisa de 36 litros de leite por semana, mas a conta não fecha.
Segundo o Sofia, o problema é agravado nesta época do ano, durante o inverno. “Comparado com os últimos anos tivemos uma redução tanto no volume de leite que entra no banco de leite humano, quanto também no número de doadoras”, informa nota enviada.
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