Um trágico incidente ocorreu na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Municipal de Morrinhos, em Goiás, na noite de sexta-feira (19), quando um paciente em surto psicótico fez uma enfermeira refém, sendo posteriormente morto pela Polícia Militar (PM).
De acordo com as informações divulgadas, o homem estava internado na UTI quando, durante o surto, agrediu a enfermeira, imobilizando-a com um “mata-leão” e a mantendo sob ameaça de um pedaço de vidro. Um vídeo registrado por testemunhas mostra o momento de tensão, em que a vítima luta para se libertar e consegue escapar do agressor. Ao tentar se aproximar novamente das pessoas na sala, o homem foi alvejado pela polícia.
Os militares alegaram que a intervenção foi necessária para proteger a enfermeira e as demais pessoas presentes, dado o risco iminente de morte. O paciente foi atingido por um tiro no abdômen e, apesar dos esforços da equipe médica para socorrê-lo, não resistiu aos ferimentos.
A Polícia Militar justificou o uso da força letal, afirmando que o disparo foi feito para neutralizar a ameaça e garantir a segurança da refém. Um inquérito policial militar foi instaurado para apurar os detalhes da ocorrência. Até o momento, não há informações sobre as razões que levaram o paciente a ser internado na unidade de saúde, nem sobre o contato com seus familiares.















