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domingo, 14 de julho de 2024

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Pessoas resgatadas de trabalho análogo à escravidão precisam reaprender a viver, diz coordenadora de projeto da UFMG

Por Dentro De Tudo:

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No podcast Gerais no g1, Lívia Miraglia, coordenadora da Clínica de Trabalho Escravo e Tráfico de Pessoas da UFMG, detalha o trabalho de reinserção de brasileiros que tiveram suas vidas ‘sequestradas’ por anos.

Pessoas que vivem em condições de trabalho análogo à escravidão enfrentam a falta de pagamento, acesso aos estudos, banheiros, ventilação e água potável, além da perda de dignidade. Minas Gerais lidera a lista de empregadores responsáveis por esse crime, com atividades comuns em carvoarias, lavouras de café e trabalho doméstico.

Embora muitas pessoas sejam resgatadas pelo Ministério do Trabalho, o desafio é devolver-lhes o controle de suas vidas. Miraglia destaca que a maioria dos resgatados desconhece seus direitos e foram privados de independência. “Uma mulher resgatada, por exemplo, que fazia trabalho doméstico há décadas e análogo à escravidão, nunca tinha ido a uma ginecologista”, contou ela.

Fonte: Globo minas. Foto: Ministério do Trabalho/Divulgação

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