Planos de saúde: que reajustes o consumidor pode esperar para 2026

Por Dentro De Tudo:

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Com a chegada de 2026, cresce a preocupação de usuários de planos de saúde com os reajustes anuais aplicados pelas operadoras. A expectativa do setor é de aumentos relevantes, impulsionados pela alta dos custos médicos, pelo envelhecimento da população e pela incorporação constante de novas tecnologias e tratamentos.

Os percentuais de reajuste variam conforme o tipo de contrato. Nos planos individuais e familiares, os índices máximos são definidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e devem ser obrigatoriamente respeitados pelas operadoras. Já nos planos coletivos — empresariais ou por adesão —, os aumentos são negociados entre as operadoras e as empresas ou entidades contratantes, o que costuma resultar em variações maiores.

Especialistas alertam que o consumidor tem o direito de ser informado com clareza sobre qualquer reajuste aplicado. As operadoras são obrigadas a comunicar o aumento com antecedência, detalhando o percentual e a data de início da cobrança. Em caso de dúvida ou suspeita de irregularidade, o usuário pode solicitar explicações formais, registrar reclamação junto à operadora e, se necessário, acionar a ANS ou os órgãos de defesa do consumidor.

Levantamentos recentes indicam que, embora os reajustes façam parte da dinâmica do setor, a falta de informação ainda é um dos principais fatores de insatisfação dos usuários. Estar atento às regras do contrato, acompanhar os anúncios oficiais e conhecer os próprios direitos são medidas fundamentais para evitar impactos inesperados no orçamento e garantir maior segurança financeira ao longo do ano.

Fonte: @ANS_oficial

Foto: @Arquivo/Agência Brasil

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