Polícia Civil trabalha com duas linhas de investigação para causas do acidente aéreo que matou Marília Mendonça e outras quatro pessoas

 Polícia Civil trabalha com duas linhas de investigação para causas do acidente aéreo que matou Marília Mendonça e outras quatro pessoas
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A Polícia Civil trabalha com duas linhas de investigação para as causas do acidente aéreo que matou a Marília Mendonça. O piloto, Geraldo Medeiros; o copiloto, Tarciso Viana; o produtor Henrique Ribeiro; e o tio e assessor de cantora, Abicieli Silveira Dias Filho, também morreram. As informações foram detalhadas em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (25).

De acordo com o delegado Ivan Lopes Sales, há a possibilidade de que a queda tenha sido causada por colisão contra linhas de torres de distribuição da Cemig ou por problemas nos motores da aeronave.

“A gente avançou com essa oitiva. Não descartamos nenhuma possibilidade. Mas há fortes indícios que as linhas de transmissão teriam sido as causadoras do acidente”, disse o delegado Ivan Lopes Sales.

“Nós investigamos também se houve problemas nos motores o que ocasionou a altitude baixa”, disse o delegado.

No entanto, o piloto que pousou 20 minutos depois do acidente disse que tripulação não reportou problema algum.

A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) disse no dia do acidente que o avião atingiu um cabo de uma torre de distribuição da empresa, em Caratinga, no Vale do Rio Doce.

Já os motores estão sendo analisados pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).

O delegado disse ainda que o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (Crea-MG) também abriu investigação para apurar a instalação das torres de distribuição da Cemig no local.


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