Mudanças climáticas, guerras, desemprego, inflação e a crescente solidão são algumas das razões que têm afetado a felicidade dos jovens em todo o mundo. No Dia Internacional da Felicidade, muitos expressaram suas dificuldades diante de uma realidade marcada por altos custos de vida, incertezas políticas e crises econômicas. O Relatório Mundial da Felicidade deste ano revelou que os jovens da Europa Ocidental e América do Norte estão entre os menos felizes, com uma queda na sensação de bem-estar comparado a outras faixas etárias. A solidão crescente e o aumento do desemprego são fatores que contribuem para essa infelicidade. Além disso, muitas pessoas da geração jovem têm recorrido ao uso de antidepressivos e medicamentos para lidar com a ansiedade.
Ao mesmo tempo, o estudo destaca que a felicidade está fortemente ligada à interação social. Países como a Finlândia, apesar dos desafios como o clima frio e a guerra, permanecem no topo do ranking de felicidade devido à confiança social e políticas públicas de bem-estar. A conexão entre felicidade e política é clara, com especialistas sugerindo que uma redistribuição da riqueza e a promoção do bem-estar social são fundamentais para melhorar a qualidade de vida das populações jovens.
Fonte: Deutsche Welle
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