Prefeitura de Capim Branco desmente falso decreto sobre “rodízio de pedestres”: “Pedimos respeito neste momento tão sensível”

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A “brincadeira” impunha que quem calçasse chinelos números pares poderiam circulares em dias pares e os ímpares nos dias ímpares. Alguns moradores acreditaram

Como se já não bastasse todo o pânico gerado nesta fase mais crítica da covid-19, onde inúmeras mortes estão sendo contabilizadas diariamente e com os municípios restringindo cada vez mais as medidas de combate, algumas pessoas ainda aproveitam da situação para criar “brincadeiras” de mal gosto com coisa séria. Foi o que aconteceu em Capim Branco neste final de semana.

A imagem postada nas redes sociais simulava um novo decreto com a logomarca da Prefeitura Municipal. As medidas impostas (e mentirosas) eram: “A partir do dia 29/03, haveria rodízio de pedestres; os que calçam números pares poderiam circulares em dias pares e os ímpares nos dias ímpares; A observação era que para havaianas com dupla numeração seria considerado o primeiro número. Além, quem fosse pego descanso tentando burlar o rodízio seria autuados”.

Apesar de nitidamente ser uma FAKE NEWS, algumas pessoas acreditaram. Por este motivo, a Prefeitura Municipal emitiu uma nota desmentindo este “decreto”.

“É com extrema consternação que a Prefeitura de Capim Branco se pronuncia através deste Comunicado Oficial, sobre a veiculação de Fake News – “Decreto Lei n° 14.758/53 (rodízio de pedestres)”-, principalmente por se tratar de um assunto tão grave e que afeta diretamente a todos. Pedimos a colaboração e respeito de todos, principalmente neste momento tão sensível, onde qualquer informação falsa, brincadeiras, ou postagens inverídicas com suposta conotação de mensagem oficial, podem ocasionar danos irreparáveis a toda população de Capim Branco. Reiteramos nosso repúdio a toda e qualquer tipo de veiculação de notícias falsas e campanhas de desinformação e informamos que todas as medidas administrativas e judiciais serão tomadas, no intuito de responsabilização dos envolvidos, tanto na esfera cível quanto na esfera criminal”, informou a Prefeitura por nota.

Veja o falso decreto

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