A contagem regressiva para a Copa do Mundo de 2026 jácomeçou, e o Brasil está indo para a América do Norte naesperança de acabar com a espera de 24 anos pela tão sonhadasexta estrela. Para os fãs que gostam de aposta esportiva no futebol internacional, a questão de quais jogadores que atuamno país ganharão uma vaga na seleção final de 26 jogadoresde Ancelotti é um dos subenredos mais interessantes do ano. Carlo Ancelotti deve nomear uma seleção de 26 jogadorespara o torneio e, embora a maior parte dessas vagasinevitavelmente vá para estrelas consagradas que atuam nasmaiores ligas da Europa, a história sugere que sempre háespaço para alguns talentos do Brasileirão.
No Catar 2022, a dupla do Flamengo, Pedro e Everton Ribeiro, viajou, assim como o goleiro do Palmeiras, Weverton. A seleção mais recente de Ancelotti tambémdestacou o pool de talentos nacionais, com seis nomesbaseados no Brasil sendo escolhidos para os amistosos no final de 2025. Se essa tendência continuar, o Brasileirãopoderá estar bem representado mais uma vez.
Abaixo, exploramos quais jogadores baseados no país têmchances reais de garantir uma vaga no avião.
Alex Sandro (Flamengo)
A carreira internacional de Alex Sandro teve um renascimentodiscreto no último ano. Ausente da Seleção após a Copa do Mundo de 2022, o experiente lateral-esquerdo foi convocadonovamente para as eliminatórias contra Colômbia e Argentina em março passado. Essas partidas não lhe renderam minutos, mas ele foi titular contra Equador e Paraguai em junho e completou 90 minutos na vitória por 2 a 0 sobre o Senegal, eventual campeão da Copa Africana das Nações, emnovembro.
Com mais de uma década de experiência europeia e internacional, o jogador de 33 anos oferece o tipo de segurança que Ancelotti pode valorizar — especialmente emuma posição em que o Brasil não tem um titular definidodesde o auge de Marcelo. Se os jogadores que atuam na Itálianão corresponderem às expectativas, a combinação de experiência e participação recente de Sandro lhe dá um caminho credível para a lista final de 26 jogadores.
Danilo (Flamengo)
Danilo é outro veterano do Flamengo na disputa — e, semdúvida, com argumentos ainda mais fortes. O jogador de 34 anos foi capitão do Brasil na Copa América de 2024 e emquatro eliminatórias para a Copa do Mundo, reforçando seustatus como um dos pilares do vestiário da equipe. Com 67 partidas pela seleção e contando, o lateral-direito continua sendo uma das opções mais experientes à disposição de Ancelotti.
Além da confiabilidade defensiva, a senioridade pode ser importante. As equipes de torneios muitas vezes precisam de vozes tranquilizadoras, e Danilo é há muito tempo um dos comunicadores mais confiáveis do Brasil, tanto dentro quantofora de campo. Se estiver em forma, seria uma surpresa vê-lo ficar de fora.
Andreas Pereira (Palmeiras)
A história internacional de Andreas Pereira é marcada pela paciência.
Ele estreou na Seleção em 2018, mas só conseguiu suasegunda convocação em 2024. O ano passado foi uma espéciede revelação: Pereira participou de toda a Copa América, fez oito partidas e marcou contra o México e o Peru.
Desde então, tem sido mais difícil conseguir minutos emcampo, com apenas uma participação em 2025 — uma breve aparição contra o Equador na primeira seleção de Ancelotti. Ainda assim, o meio-campo é talvez a área do Brasil com mais interrogações, especialmente com o equilíbrio criativo e a progressão da bola sob escrutínio. Quem acompanha osmercados da aposta Brasileirão sabe o quanto Pereira tem sidoinfluente para o Palmeiras nesta temporada — e esse tipo de desempenho sustentado no campeonato nacional pode levá-lo a ser considerado uma opção de profundidade capaz de ligarfases e operar entre as linhas.
Vitor Roque (Palmeiras)
Poucos jovens atacantes brasileiros tiveram anos tãoturbulentos quanto Vitor Roque. Uma transferência de destaque para o Barcelona foi seguida por dificuldades para conseguir minutos em campo e, em seguida, um empréstimomalfadado ao Real Betis. O retorno ao Palmeiras trouxe umaconfiança renovada: 16 gols no Brasileirão e uma convocaçãopara a seleção nacional para os amistosos do final de 2025. Ele atuou por 45 minutos contra a Tunísia e mostrou-se emboa forma.
O ataque é o setor mais forte do Brasil, repleto de gols e nomes de estrelas na Europa, mas Roque oferece algo um pouco diferente: corrida direta, tenacidade e instinto na área. Se ele continuar marcando gols em ritmo acelerado em 2026, Ancelotti pode ser forçado a considerá-lo seriamente.
















