O governo e órgãos reguladores anunciaram uma atualização na NR-1 que transforma a saúde mental no ambiente de trabalho em uma obrigação das empresas. A norma passa a exigir que empregadores implementem políticas de prevenção, avaliações de risco, programas de apoio psicossocial e canais de atendimento confidenciais. Especialistas dizem que a medida pode reduzir casos de burnout e melhorar a produtividade, desde que haja investimento estável em programas de bem-estar. As empresas devem realizar avaliações de riscos de saúde mental, treinar gestores para reconhecer sinais de sofrimento e oferecer suporte aos trabalhadores. Setores de recursos humanos apontam que a implementação exige planejamento, recursos financeiros adequados e metas claras de melhoria do clima organizacional. Em cidades grandes como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, organizações já estão estruturando equipes de saúde mental internas e parcerias com serviços especializados. Autoridades do Ministério do Trabalho e Previdência ressaltam que a norma entra em vigor de forma gradual, com orientações para micro, pequenas e médias empresas. É importante que o trabalhador tenha privacidade preservada e que as ações sejam continuamente avaliadas para promover um ambiente mais seguro e humano. Para quem gerencia equipes, a NR-1 representa uma mudança cultural: cuidar da saúde mental é responsabilidade compartilhada entre liderança, RH e cada colaborador. Ouvidorias internas e serviços de médicos do trabalho devem facilitar o diálogo entre empregados e gestão.
Foto: Reprodução/Agência Brasil
Fonte: Ministério do Trabalho e Previdência
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