O Ministério da Saúde relatou um aumento de até 60% nos atendimentos relacionados à má qualidade do ar, consequência da seca e dos incêndios em várias partes do Brasil. O dado, baseado em relatos de profissionais de saúde, ainda não é oficial, mas destaca o impacto significativo das condições climáticas, especialmente nas crianças.
Agnes Soares, diretora do Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador, destacou que a poluição do ar tem levado muitos municípios a solicitar apoio para emergências críticas, particularmente envolvendo crianças. A situação se agravou com o recente aumento dos focos de incêndio em São Paulo, que atingiu seu maior número desde 1998.
Diante desse cenário, o Ministério da Saúde recomendou que as autoridades considerem suspender aulas e atividades físicas, especialmente em regiões com altos níveis de poluição do ar. A população, em particular pessoas com doenças prévias, crianças e idosos, deve evitar exposição ao ar livre e manter a hidratação. Em casos de necessidade, o uso de máscaras de proteção é recomendado.
Fonte: Ana Luisa Sales, Agência Brasil
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