Na nota, o sindicato classificou a continuidade da rotina escolar como demonstração de descaso com os profissionais da educação. Também comparou o caso à morte de um promotor de vendas em uma unidade do Carrefour, em Recife, em 2020, após a qual a loja permaneceu aberta.
A diretora do colégio contestou as críticas em manifestações nas redes sociais. Ela afirmou que a escola pratica diariamente os valores cristãos que defende e que a continuidade das atividades, por si só, não deve ser entendida como indiferença ou desrespeito.
“Decisões institucionais tomadas em um momento de dor exigem compreensão do contexto, responsabilidade e equilíbrio — não julgamentos precipitados nem comparações que desumanizam e distorcem a realidade”, escreveu.
O sindicato encerrou a manifestação com uma homenagem à professora e uma defesa da dignidade dos trabalhadores da educação.

Texto: via BHAZ
Foto: BHAZ

















