A Polícia Civil descartou insanidade mental em Welbert de Souza Fagundes, acusado de assassinar um sargento da Polícia Militar em Belo Horizonte, em janeiro de 2024. Durante avaliação psiquiátrica, o réu relatou supostas “visitas” do policial morto, afirmando que acorda sentindo-se enforcado e ouvindo ameaças.
Segundo Fagundes, a vítima “entra nos outros para fazer covardia” e exige um pedido de desculpas à família. O acusado também afirmou que ouve vozes e que, no dia do crime, acreditava estar seguindo orientações espirituais. Ele justificou que não sabia que estava sendo perseguido por policiais, apesar de o militar estar fardado e em serviço.
A perícia oficial apontou incoerências no relato e concluiu que o suspeito tentou manipular a avaliação psiquiátrica para evitar a responsabilidade legal pelo crime. O relatório descartou qualquer condição mental que o exima de julgamento.
Fonte: O Tempo | Foto: Reprodução/Redes Sociais














