Relatos de trabalhadores apontam que muitos não chegaram a ver a aeronave cair; apenas ouviram o estrondo, tendo o barulho servido como alerta para a evacuação. Testemunhas confirmaram o estouro antes do choque, e parte da fuselagem ficou presa em um poste que sustenta os cabos de energia da linha férrea.
Apesar da ausência de feridos no galpão, a área foi evacuada com apoio da concessionária responsável pela operação do transporte. A principal preocupação era o combustível da aeronave: vapores de gasolina ou querosene podem se espalhar rapidamente, sobrepor-se ao ar e acumular-se em regiões mais baixas, representando risco de incêndio ou explosão. A energia do prédio foi desligada, e equipes também atuaram para gerenciar o risco dos cabos de alta tensão que alimentam a via. Em nova atualização, os Bombeiros anunciaram que a situação estava sob controle e que parte dos recursos estava sendo desmobilizada para atender outras ocorrências.
Foi confirmado o óbito do piloto no local, conforme avaliação inicial dos Bombeiros, com o Samu atestando a causa. A identificação ainda não havia sido divulgada, e as autoridades aeronáuticas serão consultadas para confirmar se havia outra pessoa a bordo. Os próximos passos incluem confirmar o número de ocupantes da aeronave, assegurar que não reste atmosfera inflamável na área e encaminhar o caso para perícia. O metrô informou que a circulação segue operando sem impactos, de acordo com as informações mais recentes.
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Texto: via BHAZ
Foto: BHAZ














