Com a popularização das TV Boxes como alternativa para transformar televisores antigos em smart TVs, cresceu também a oferta de aparelhos irregulares no mercado brasileiro. Para coibir riscos à segurança digital e elétrica, a Agência Nacional de Telecomunicações intensificou a fiscalização e reforça a importância de adquirir apenas dispositivos homologados.
A homologação da Anatel indica que o produto passou por testes técnicos de radiofrequência, segurança elétrica e proteção cibernética, reduzindo riscos de invasões, bloqueios remotos e até incêndios. Equipamentos não certificados — muitas vezes vendidos como “TV Box pirata” — podem conter malwares, sofrer apagões por bloqueio de servidores e não oferecem garantia ou suporte.
Entre os modelos permitidos em 2026, destacam-se dispositivos de fabricantes consolidados, como Amazon (Fire TV Stick), Apple (Apple TV), Roku (linha Express) e Intelbras (Izy Play), além de opções homologadas usadas por operadoras. Esses aparelhos utilizam sistemas oficiais, recebem atualizações de segurança e funcionam dentro das frequências autorizadas no Brasil.
Especialistas alertam que não é crime possuir uma TV Box homologada e utilizá-la para acessar serviços oficiais de streaming. A irregularidade ocorre quando o equipamento não tem selo da Anatel ou é usado para burlar direitos autorais. Para conferir a legalidade, o consumidor deve verificar o selo de homologação no produto ou embalagem e checar o código no sistema oficial da Anatel. Ofertas que prometem “acesso ilimitado a canais pagos sem mensalidade” são um forte indício de irregularidade.
Crédito da foto: Divulgação/Intelbras
Fonte: TechTudo (Editora Globo)















